Publicado por: Alex Lobo | 28/02/2012

CASO SILVIA CALABRESI

Em 2008, a exatos 4 (quatro) anos, repercutia caso da mulher que torturava crianças em um apartamento duplex de 200 metros quadrados, em um dos Setores de Classe Média Alta na cidade de Goiânia. Através de informações de uma denúncia anônima, momento em que o Agente Policial Jussara Assis adentrou no apartamento e se deparou com uma cena impossível de ser contida de tamanho espanto. Deparou-se com uma cena que lembravam filmes de terror, um verdadeiro circo dos horrores. A jovem menina estava amarrada na área de serviço, tinha os dois braços erguidos e acorrentados a uma escada de ferro, seus pés mal tocava no chão, a boca estava tampada por uma gaze embebida a pimenta. Oitos dedos da mão estavam quebrados, a maioria tinha unhas arrancadas. “Comecei a tremer que tive até dificuldades em desamarrá-las”.

Segundo informações das testemunhas a jovem Lucélia Rodrigues da Silva que foi encontrada nesse apartamento, não foi a única vítima de Silvia Calabrese, ela já teria torturado mais outras duas crianças. Todas suas vítimas provinham de um vínculo de amizade com Silvia Calabrese, Lucélia é sobrinha de uma ex-empregada de Silvia e filha de uma manicure que de um Salão de Beleza que Sílva frequentava. Ambas dizem que no começo a mulher mostrava-se simpática, e as convidavam para ir a sua casa, visitar o sitio da família. Depois de ganhar a confiança das crianças, pedia a seus pais que deixassem morar com ela, alegando que tinha três filhos homens, e que precisava muito de uma menina. Silvia cativava a menina de uma maneira que a criança se apegava a sua pessoa. Lucélia sempre dizia que seu sonho era ser policial, Silvia prometeu matricula na Escola Militar de Goiânia, por onde apenas estudou por seis meses. Também comprou um par de patins, embora nunca foi autorizada a usá-los.

Uma vez na casa de Silvia Calabresi, as meninas passavam a ser submetidas a todo tipo de violência, no caso de Lucélia, incluía a ser obrigada a ingerir fezes de animais. Segundo a menor, os pretextos para os castigos eram os mais diversos, mas o que mais despertava a ira desse monstro, era quando a menina chorava, pedia comida ou queria falar com os pais, informações fornecidas, segundo a Delegada responsável pelo caso Adriana Accorsi.

Segundo informações do Inquérito, Silvia apresentava sérios sinais de psicopatia, e que em nenhum momento se arrependia do que teria feito, sentia prazer em machucar crianças, na qual que foi descoberta graças a uma denuncia anônima.

Há informações que Silvia contava também com Maria Vanice Lima, que amarrava a menor e registrava tudo em seu diário. Diante as informações das provas colhidas no decurso do inquérito, afirma que o marido de Silvia e seu filho tinham pleno conhecimento das torturas, e não tomavam nenhuma providência para impedir a barbárie, pelo contrário, menosprezavam a situação.

O representante do Ministério Publico, ainda constatou a possível reincidência da autora, uma vez que Calabresi submeteu a maus tratos outras mais quatro adolescentes, com surras, espaçamentos, trabalho forçado e ameaça de morte, em um período que vai de 2004 e 2005.

Na época Silvia foi acusada e denunciada pelos crimes de tortura, cárcere privado e redução a condição análoga de escravo a Lucélia menor de 12 anos. Consequentemente condenada pelo Juiz da 7ª Vara Criminal, por onze anos e seis meses de reclusão em regime fechado. Sem falar da denuncia na 18ª Vara do trabalho, onde pegou uma condenação da ação indenizatória avaliada em 1(hum) milhão de reais, na condição de manter uma menor em trabalho escravo, pela sua condição financeira o Juiz da Vara do Trabalho, alegou que Silvia teria condições financeira para contratar empregados a trabalho em sua residência.

Seu marido Marco Antônio Calabresi Lima, a três anos e seis meses de reclusão, referente a omissão dos atos praticado por Silvia, este o juiz substituiu sua pena privativa de liberdade por pagamento a 30 salários mínimos e prestações de serviço para o Centro de Orientação e Reabilitação (CORAE) . No entanto este cumpriu a pena, e não se encontra mais no Brasil.

A empregada de Silvia na época Maria Vanice Lima, que amarrava a menor, foi absolvida, pois a sentença reconheceu que a empregada estava sob dominação de Silvia. E segundo a sentença Vanice não recebia salário e não teve sequer respeitado o período de repouso necessário após a gravidez e o parto.

Segundo suas diversas conversas com seu defensor, e de informações do Sistema Prisional onde se encontra no Cepaigo, Silvia apresenta boa conduta dentro do sistema carcerário, e estaria preparando para cumprir o restante de sua pena em liberdade ainda esse ano de 2012.
As agressões que Silvia Calabresi deixou na criança, foram de lesões graves em pelo menos em 40 locais diferentes do corpo, algumas lesões já deixaram deformações, sem falar pelo trauma psicológico e o tempo de recuperação que uma criança leva para curar desses atos cruéis e desumanos.

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Responses

  1. Tinha que fazer o msmo com essa miseravel…
    é nesses casos que deveria ter pena de morte, mais so depois que ela sofresse muito !!!!
    Deus que me livre de uma coisa dessa.

  2. gente assisti hoje esta reportagem pedi o sono quero so saber esse mostro ta solto brasil


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